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terça-feira, 27 de setembro de 2016

COEFICIENTE GENÉTICO DO TDAH É DE 70%

O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) tem um fator genético ou hereditário de 70%, segundo diversos estudos realizados que utilizaram técnicas de biologia molecular em gêmeos ou em familiares de portadores do transtorno.



O TDAH pode conduzir o portador a problemas sociais e psicológicos que duram por toda a vida, segundo o especialista, membro de um grupo que se dedica a pesquisa do TDAH da Sociedade Espanhola de Pediatria Ambulatorial e Hospitalar.

Além da sua origem hereditária há estudos de neuroimagem que mostram diferenças estruturais e funcionais no cérebro das crianças portadoras de TDAH. 

Estes apresentam menor volume cerebral e a espessura cortical mais fina. Além disso, existem outras investigações relativas a desordem ambiental, exposição a metais pesados e o consumo de tabaco, ou, a exposição ao mesmo durante a gestação. Estes hábitos tóxico aumenta em 2,5% o risco de TDAH.


A maioria dos estudos indicam que este transtorno afeta em média 05% das crianças em idade escolar na Espanha (06% crianças e 03% adolescentes).

Em relação a distribuição por sexo a cada 04 meninos diagnosticados 01 menina é diagnosticada. Por esta razão, os especialistas chamam a atenção para o diagnóstico precoce da doença. E para que isso ocorra é fundamental tanto a atenção dos pais quanto dos educadores, para detectar o comportamento anormal da criança.

O TDAH afeta a função executiva do indivíduo, necessária para realizar tarefas básicas nas atividades cotidianas, como prestar atenção, planejar e organizar as várias etapas para alcançar um objetivo, pensar sobre as possíveis consequências antes de fazer qualquer coisa imprópria ou inibir a resposta inadequada e mudar para outra mais apropriada.


Os especialistas explicam que tanto o tratamento farmacológico como o não farmacológico demonstram eficácia, principalmente quando são realizados de uma maneira CONJUNTA. 

O tratamento não farmacológico deve ser realizado com os pais, com a criança (dependendo da idade) e também com a escola. O foco principal deste trabalho é explicar em que consiste o transtorno, por que isso ocorre e o que eles podem fazer para melhorá-lo.




Fonte: Larioja.com (2015). De: www.psiquiatria.com

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