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terça-feira, 27 de setembro de 2016

MEMÓRIA AUDITIVA: ENTENDA O QUE É E APRENDA A ESTIMULÁ-LA

O ser humano se comunica com outros seres de diversas formas, isoladas ou combinadas, utilizando-se de seus 5 sentidos:


  • Visão
  • Audição
  • Tato
  • Olfato
  • Gosto

Seis mecanismos diferentes de memória são ativados:

  • Memória Visual
  • Memória Auditiva
  • Memória Mecânica
  • Memória Táctil
  • Memória Olfativa
  • MemóriaDegustativa


De acordo com o artigo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a partir destes sentidos, pode-se estabelecer 9 tipos de comunicação, listadas por ordem inversa de eficiência, ou seja a primeira é a menos eficiente:

1 - Comunicação pelo Gosto ou Degustativa (Memória Degustativa):

É a comunicação que vem do gosto, pelo toque da língua, bem como pela ação de beber ou comer. O índice de eficiência é cerca de 1%.

2 - Comunicação pelo Tato ou Táctil (Memória Táctil):

É a comunicação que vem pelo tato, tanto das mãos (mais sensível) como por outras partes do corpo. Isoladamente o grau de eficiência é de 1,5%.

3 - Comunicação pelo Olfato ou Olfativa (Memória Olfativa):

É a comunicação que vem pelo olfato, ou seja, o nariz sente um cheiro e levado ao cérebro. O índice de eficiência é da ordem de 3,5%.

4 - Comunicação pela Audição ou Auditiva (Memória Auditiva):

É a comunicação que vem pelo que se ouve, ou seja, os ouvidos transmitem ao cérebro o que ouvem, levando ao cérebro as informações captadas. O índice de eficiência é da ordem de 9%. 

5 - Comunicação Táctil pela Escrita (Memória Mecânica):

É a comunicação que vem pela caligrafia quando se copia ou se registra idéias e fatos que se vê ou imagina, ou seja, o ato de escrever de próprio punho, ativa um mecanismo chamado "memória mecânica". Esta memória combina a memória visual com a do tato, tendo um índice de eficiência da ordem de 10%.

6 - Comunicação pela Visão (Memória Visual):

É a comunicação que vem pelos olhos e é responsável por cerca de 75% do que se grava na memória. A comunicação através da memória visual pode ser captada por 4 formas diferentes.

6.1 - Comunicação Escrita (Memória Visual):

É a comunicação que vem através de um documento escrito, em papel ou numa tela. O índice de eficiência da leitura de textos em papel é maior do que em tela.

6.2 - Comunicação Gráfica (Memória Visual):

É a comunicação que vem através de símbolos, desenhos, plantas, diagramas, ícones, fotos ou outros recursos gráficos isoladamente. É o caso da maioria das placas de trânsito, onde um único símbolo tenta traduzir o que a placa representa, de forma rápida e eficaz. sabe-se que 80% das coisas que se vê são captadas por símbolos, desenhos, etc., ou seja, do total, 60% de eficiência (80% de 75% = 60%).

6.3 - Comunicação Visual (Memória Visual):

É a comunicação que vem da junção da comunicação gráfica com a escrita, onde um símbolo, desenho, etc., vem acompanhado de palavras-chave ou textos que complementam o símbolo, desenho, etc. Usando o mesmo exemplo de placas de trânsito, há uma placa que significa "cuidado, pista derrapante" mas que pode vir acompanhado da expressão "Em dias de chuva".

6.4 - Comunicação Áudio-Visual (Memória Visual e Auditiva):

É a comunicação que junta a comunicação Visual, com a auditiva. É considerada a mais eficiente de todas. O dispositivo cognitivo do cérebro ativa os dois principais sentidos, chegando-se a um índice de cerca de 84% de eficiência.


Agora que conhecemos como se realiza o processo de comunicação, que tal falarmos um pouco mais da MEMÓRIA AUDITIVA?

De acordo com o artigo da fonoaudióloga Maria Lourdes R. Vieira, a memória auditiva divide-se (também didaticamente) em três: 
# Memória imediata (ou curto termo).
# Memória de médio prazo (ou de trabalho). 
# Memória mediata (ou longo prazo).

De acordo com a profissional, é verdadeiro que quanto mais eu exercito o memorizar, mais a minha memória melhora. 


No entanto, ela está relacionada a alguns fatores, como, por exemplo: a informação que se recebe; a associação que se faz quando quero reter uma informação e o interesse que tenho em guardar determinada informação. 

Se não interessa, é como diz o velho ditado “entra por um ouvido e sai pelo outro”.

É comum ouvir algumas pessoas dizerem: “Nem me preocupei em prestar atenção, porque o assunto não me interessava”. Significa que como não estava interessada nem registrei em minha memória. 


A atenção auditiva, de acordo com a fono, é o que me faz dar o alerta para a memória; ou seja, se eu fico atenta ao que estou ouvindo já é meio caminho andado para que fique registrado na memória. 

Ela acrescenta que, além da atenção, o que faz com que a mensagem fique retida é a “atitude mental”, ou seja, a “boa escuta”.

Ficar atento à informação ou mensagem auditiva significa delegar para segundo plano os demais estímulos e preocupações (ruídos, conversas paralelas, celular, ansiedade em terminar logo a tarefa, etc.). 


Para a memorização ser completa a atenção sustentada é imprescindível

Pode-se associar a informação recebida com algo que seja significativo para poder resgatar mais tarde. Exemplificando: número: “259354” (25 = idade da minha irmã; 93 = número da minha casa e 54 = início do meu telefone da residência). 

No entanto, muitas vezes associar com ritmo ou com imagens também é formas eficientes de memorização.

A informação que é associada com ritmo é muito mais fácil de reter. 


Poemas infantis, músicas e parlendas é um exemplo vivo de como a memória trabalha.

Muitas vezes começa-se a cantar uma música antiga e esquecemos uma parte. Você já deve ter feito isso: basta repetir várias vezes o trecho que lembramos e logo a memória vai se completando e então, de repente, recordamos toda a música.

A técnica de ritmo e/ou de associação é bastante utilizada por professores de cursinhos pré-vestibulares para que os alunos memorizem fórmulas associando-as com ritmo e frases curtas, melodias conhecidas, versos, etc.. Importante, contudo, é ficar atento, esforçar-se por não perder a informação ouvida, concentrar-se e dar significado ao que se está ouvindo.


Para as crianças tanto da fase pré-escolar quanto do ensino fundamental I e, em especial, para os portadores de Transtorno de Déficit de Atenção, os exercícios que são realizados através de brincadeiras específicas, auxiliam no desenvolvimento da memória auditiva.

No site, como educar seus filhos, o Professor Carlos Nadalim nos ensina algumas dessas brincadeiras que estimulam a memória auditiva.

Para quem se interessar em conhecer algumas brincadeiras que auxiliam na estimulação damemória auditiva poderá acessar o blog como educar os seus filhos e ouvir o professor explicar como aplicar essas atividades.

Fonte: 



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